Professores e pedagogos suspeitam de “chuncho” em concurso público no Paraná

 

Concurso mais bagunçado da história do magistério do Paraná agora está sob suspeita de “chuncho”; professores e pedagogos, altamente qualificados em suas áreas de atuação, foram reprovados nas provas aplicadas pela PUCPR; outros profissionais que se inscreveram em Biologia, por exemplo, tiveram classificação divulgada como Matemática; no governo Richa, cujo titular da Educação é o vice Flávio Arns (PSDB), mesmo diante de fortes evidências de cambalacho, não fala em revisar ou cancelar o certame que selecionaria 14 mil; tucanato utiliza a velha mídia para imputar culpa de desorganização nos próprios educadores, apontando-os como “burros” que reprovaram; Secretaria da Educação não descarta contratar professores pelo Processo Seletivo Simplificado (PSS), sem concurso público.

Concurso mais bagunçado da história do magistério do Paraná agora está sob suspeita de “chuncho”; professores e pedagogos, altamente qualificados em suas áreas de atuação, foram reprovados nas provas aplicadas pela PUCPR; outros profissionais que se inscreveram em Biologia, por exemplo, tiveram classificação divulgada como Matemática; no governo Richa, cujo titular da Educação é o vice Flávio Arns (PSDB), mesmo diante de fortes evidências de cambalacho, não fala em revisar ou cancelar o certame que selecionaria 14 mil; tucanato utiliza a velha mídia para imputar culpa de desorganização nos próprios educadores, apontando-os como “burros” que reprovaram; Secretaria da Educação não descarta contratar professores pelo Processo Seletivo Simplificado (PSS), sem concurso público.

O governo Beto Richa (PSDB) demorou dizer alguma coisa sobre a “zorra total” no concurso que selecionaria 14 mil professores e pedagogos para trabalharem nas 2,1 mil escolas da rede pública estadual. Quando se pronunciou, por meio da velha mídia, o tucanato culpou os próprios profissionais que seriam “burros” porque teriam reprovado nas provas. 

A sucessão de equívocos, trapalhadas e de desorganização no certame faz com que o magistério lance fortes suspeitas de “chuncho” no concurso realizado em maio deste ano. Para quem não conhece o termo, surgido no Norte do Paraná, “chuncho” é o equivalente à golpe, armação, falsificação, trapaça, maracutaia, etc.

Professores altamente qualificados em suas respectivas áreas foram reprovados; quem se inscreveu para assumir aulas em Curitiba acabou sendo registrado em Londrina; quem se manifestou para lecionar Biologia teve o resultado em Matemática, mesmo não possuindo graduação. E pior: não foram casos isolados, exceções. A bagunça foi a regra (clique aqui para relembrar a denúncia).

O titular da Secretaria de Estado da Educação (SEED), Flávio Arns (PSDB), é o atual vice-governador do estado. A pasta contratou a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) para aplicar as provas, que também foi alvo de críticas porque teria barrado a entrada de educadores no concurso.

O governo Richa aponta a culpa do caos na Educação no professor que seria burro demais. A SEED fala em contratar professores PSS (Processo Seletivo Simplificado) para assumir as aulas.

O tucanato utiliza a mesma justificativa daquele secretário do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), que culpou o povo que utiliza o SUS pelo caos na Saúde da capital (clique aqui para relembrar).

Como se vê, mesmo diante de fortes evidências de cambalacho, conforme relato de professores e pedagogos, o governo do PSDB não fala em revisão nem cancelamento do concurso. Que fazer?

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