Alimentos e remédios contribuíram para diminuir pressão sobre IPCA acumulado

Vinicius Lisboa – Agência Brasil05.07.2013 – 11h28 | Atualizado em 05.07.2013 – 11h42

Os alimentos estão entre os grupos que contribuíram para que o valor do IPCA de junho fosse menor do que o de maio: enquanto no mês passado a taxa foi de 0,31%, em junho houve recuo para 0,04% (Marcelo Camargo/ABr)

Rio de Janeiro – A taxa acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação, alcançou 6,7% nos últimos 12 meses. É a maior taxa registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde outubro de 2011, e supera o teto da meta do governo, que é de 6,5%.

Os alimentos estão entre os grupos que contribuíram para que o valor do IPCA de junho fosse menor do que o de maio: enquanto no mês passado a taxa foi de 0,31%, em junho houve recuo para 0,04%.

Os remédios tiveram queda da taxa de 1,61% para zero, com o fim do impacto dos reajustes iniciados em abril. Outro grupo que pesou na variação para baixo foi o de combustíveis, cuja inflação passou de -0,75% para -1,67%.

Apesar da redução das tarifas do transporte público em algumas capitais, os transportes puxaram para cima a inflação, já que os reajustes, como o do Rio de Janeiro, vigorassem na maior parte do mês. a inflação do grupo foi de -0,25% em maio para 0,14% em junho.

Edição: José Romildo

  • Direitos autorais: Creative Commons – CC BY 3.0
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